Projeto de requalificação do Jardim das Ondas de João Gomes da Silva e Fernanda Fragateiro

11 Janeiro, 2017

Projeto de requalificação do Jardim das Ondas de João Gomes da Silva e Fernanda Fragateiro

O “Jardim das Ondas”, obra icónica do Parque das Nações, acaba de ser alvo de uma recuperação, financiada pelo Oceanário de Lisboa. Esta iniciativa foi gerida pela Junta de Freguesia do Parque das Nações em coordenação com o atelier do arquiteto paisagista João Gomes da Silva, autor dos espaços verdes do recinto da Expo’98, e pela artista plástica e autora desta instalação urbana, Fernanda Fragateiro.

O ‘Jardim das Ondas’ faz parte dos “Jardins da Água”, uma intervenção que a artista concebeu para a Expo’98. Na realidade, a sua obra resultou em seis projetos que vão acontecendo ao longo do espaço do jardim, todos eles visíveis e agora recuperados, nos “Jardins da Água”, sendo o “Jardim das Ondas” o mais emblemático destes projetos.

Inspirando-se diretamente nas formas resultantes do movimento da água, foi concebido o projeto de um jardim “esculpido” em relva onde se modelou o terreno, através de curvas que simulam o ritmo das ondas ao formarem-se e ao rebentarem. O solo é a matéria esculpida e a relva a matéria de acabamento. A sua proximidade relativamente ao plano de água do rio, bem como a sua posição em relação ao movimento aparente do sol, possibilitam o seu uso como superfície flexível e disponibilizam um lugar de contemplação.

Segundo Fernanda Fragateiro, “Foi a partir do exercício de imaginar o movimento das pessoas que pensei nas formas que constituem o jardim. Aquilo que é importante é o vago ondular que essas mesmas formas sugerem, é o convite que nos fazem a usá-las: subir, descer, correr, saltar, parar, estar… Estas relações que as formas sugerem possibilitam o encontro entre as pessoas e a paisagem, permitem uma intensa experiência.”.

A requalificação da Cascata que marca o início do “Jardim de Ulisses”, espaço classificado como arte pública, e o Jardim da Esplanada D. Carlos I, foram igualmente alvo de recuperação financiada pelo Oceanário de Lisboa. Segundo Miguel Tiago de Oliveira, diretor de operações e qualidade deste equipamento, “a manutenção do espaço público, envolvente do Oceanário, é fundamental para acolher e proporcionar uma experiência agradável aos nossos visitantes e à comunidade que vivência esta área da cidade.

Fonte e Imagens (adaptadas): Guardian via Cátia Rangel Santos – JD Young






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